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"A GRATIDÃO DESBLOQUEIA A ABUNDÂNCIA DA VIDA".

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

REINO PROTISTA


   O Reino Protista é composto por protozoários, algas e alguns seres semelhantes aos fungos que estão divididos em três grupos, sendo o mais comum o dos mixomicetos.

*Características Gerais:
Em sua maioria são unicelulares, porém existem formas pluricelulares de organização simples.
Eucariontes.
Primeiro grupo em que se verifica a ocorrência de mitocôndrias, cloroplastos, retículo endoplasmático e complexo de Golgi bem desenvolvidos.
Apresentam citoesqueleto e em geral têm um único núcleo.
Predominantemente aquáticos.
Apresentam um mecanismo por meio do qual conseguem estabelecer o controle osmótico de sua célula.
Apresentam vacúolo pulsátil.
Vida livre ou parasitária.



• Autótrofos: são as algas. Apresentam diversos pigmentos (clorofilas, carotenos e xantofilas), organizados em organelas denominadas plastos. Os pigmentos permitem a realização da fotossíntese.

• Heterótrofos: são os protozoários e os mixomicetos. A entrada do alimento na célula pode ocorrer por fagocitose, ingestão ou absorção direta.


*Locomoção: flagelo, cílios, amebóide e deslizamento. 

*Reprodução: 


-Assexuada - divisão binária ou cissiparidade;

-brotamento ou gemulação;
-esquizogonia: é uma fissão múltipla; o núcleo se divide múltiplas vezes antes da célula se dividir. Após a formação de vários núcleos, uma pequena porção do citoplasma se concentra ao redor de cada núcleo e então, uma única célula se separa em células-filhas
-Sexuada - existem dois tipos de reprodução sexuada:
· conjugação: união temporária de dois indivíduos, com troca mútua de materiais nucleares 
· singamia ou fecundação: união de microgameta e macrogameta formando o ovo ou zigoto, o qual pode dividir-se para fornecer um certo número de esporozoítos. O processo de formação de gametes recebe o nome de gametogonia e o processo de formação dos esporozoítos recebe o nome de esporogonia (TORTORA, 2000).

FONTE: www.coladaweb.com

TECIDOS CONJUNTIVOS


     Tecido que forma o arcabouço que sustenta as partes moles do corpo, o tecido conjuntivo apoia e liga os outros tipos de tecido. Caracterizam-se pela grande quantidade de material intracelular e pelo distanciamento das suas células e fibras.
      O tecido conjuntivo faz parte dos tecidos de sustentação que possuem a função importante na difusão e fluxo de metabolismo.

     O tecido conjuntivo têm como principal função o preenchimento de espaços e ligação de outros tecidos e órgãos.  


Tecido conjuntivo denso

É rico em fibras colágenas que orientadas na mesma direção fazem com que esse tecido seja pouco flexível, muito resistente ao estiramento, formam tendões e aponevroses que unem os músculos aos ossos.


Tecido conjuntivo adiposo

É constituído principalmente por células adiposas. São acúmulos de tecido adiposo localizado sob a pele ou nas membranas que revestem os órgãos internos por exemplo no tecido subcutâneo do abdome e das nádegas, ele funciona como reservatório de gordura, amortecedor de choques e contribuiu para o equilíbrio térmico dos organismos. As células (adipócitos) são encontradas no tecido conjuntivo frouxo e ao longo dos vasos.


Tecido conjuntivo hemapoiético ou sanguíneo

Tem este nome hemapoiético (hematos, sangue; poiese, formação), sua função é produção de células do sangue. Localizado principalmente na medula dos ossos, recebendo nome de tecido mielóide (mielos, medula). Nesse tecido encontram-se células sangüíneas sendo produzidas, em diversos estágios de maturação. Há duas variedades desse tecido: o linfóide, encontrado no baço, timo e gânglios linfáticos, e o mielóide, que forma a medula óssea. tecido linfóide produz alguns tipos de leucócito, produz hemácias (ou glóbulos brancos) e o tecido mielóide, além de vários tipos de leucócito, produz hemácias (ou glóbulos vermelhos) e plaquetas. sangue é um tipo especial de tecido que se movimenta por todo o corpo, servindo como meio de transporte de materiais entre as células. É formado por uma parte líquida, o plasma, e por diversos tipos de célula. O plasma contém inúmeras substâncias dissolvidas: aproximadamente 90% de água e 10% sais (Na, Cl, Ca, etc.), glicose, aminoácidos, colesterol, uréia, hormônios, anticorpos etc.
As hemácias apresentam, dissolvido no seu citoplasma, importante para o transporte do oxigênio. As hemácias dos mamíferos têm a forma disco bicôncavo e não apresentam núcleo nem organelas, e os demais vertebrados têm hemácias esféricas ou elipsóides, nucleadas e com organelas, e sua forma facilita a penetração e saída de oxigênio, o que é importante para a função dessas células, que é transportar oxigênio.
Os leucócitos são células incolores nucleadas e com os demais organóides celulares, tendo quase o dobro do tamanho das hemácias. Encarregados da despesa do organismo, eles produzem anticorpos e fagocitam microorganismos invasores e partículas estranhas. Apresentam a capacidade de passar pelas paredes dos vasos sangüíneos para o tecido conjuntivo, sem rompê-los, fenômeno este denominado diapedese. Distribuem-se em dois grupos: granulócitos e agranulócitos, conforme tenham ou não, granulações específicas no citoplasma.

Os leucócitos granulócitos são:

· Neutrófilos: coram-se por corantes neutros. O núcleo é polimórfico e apresentam-se dividido em segmentos unidos entre si por delicados filamentos. São os leucócitos mais abundantes do sangue circulante (65%); realizam diapedese, indo fazer a defesa através da fagocitose.
· Eosinófilos: apresentam geralmente dois segmentos ligados ou não por um filamento delicado e material nuclear. Também realizam diapedese e fagocitose.
· Basófilos: apresentam núcleos parcialmente dividido em dois segmentos; encerram metade da histamia existe no sangue circulante e possuem também heparina. Estão relacionados com reações alérgicas.

Os leucócitos agranulados são:

· Linfócitos: apresentam núcleo arredondado e citoplasma escasso. Os linfócitos B passam para o Tecido conjuntivo e se transformam em plasmócitos que produzem anticorpos. Os linfócitos T produzidos no timo, também estão relacionados com a defesa imunitário.
· Monócitos: são as maiores células do sangue circulante normal; o citoplasma é abundante, o núcleo é arredondado, oval ou uniforme. Em células mais velhas o núcleo pode apresentar a forma de ferradura. Os monócitos têm capacidade de emitir e retrair pseudópodos; são portanto, móveis e tendem a abandonar a corrente sangüínea e ingressar nos tecidos onde fagocitam e são denominados macrófagos. Representam 6% dos leucócitos.
As plaquetas (ou trombócitos), são pequenos corpúsculos que resultam da fragmentação de células especiais produzidas pela medula óssea. Elas detêm as hemorragias, pois desencadeiam o processo de coagulação do sangue que é o fenômeno da maior importância para os animais vertebrado: quando há um ferimento, externo ou interno, forma-se um coágulo, que age como um tampão para deter a hemorragia. Apesar de aparentemente simples, sabe-se atualmente que a coagulação é controlada por inúmeros fatores, incluindo-se aí fatores genéticos.


Tecido conjuntivo cartilaginoso

Tem consistência bem mais rígida que os tecidos conjuntivos. Ele forma as cartilagens dos esqueléticos dos vertebrados, como, por exemplo, as orelhas a extremidade do nariz, a laringe, a traquéia, os brônquios e as extremidades ósseas.
As células são os condócitos, que ficam mergulhados numa matriz densa e não se comunicam. A matriz pode apresentar fibras colágenas e elásticas, em diferentes proporções, que lhe conferem maior rigidez ou maior elasticidade. 


Tecido conjuntivo ósseo

O tecido óseeo é o tecido conjuntivo de sustentação que apresenta maior rigidez, ele forma os ossos dos esqueletos dos vertebrados. É constituído pelas células ósseas, os osteócitos e por uma matriz compacta e resistente. 

Tecido Nervoso

Este tecido forma os órgãos dos sistemas nervosos central, periférico e autônomo. Ele tem por função coordenar as atividades de diversos órgãos, receber informações do meio externo e responder aos estímulos recebidos. O tecido nervoso é constituído por células nervosas ou neurônios e células de apoio ou células da glia O tecido nervoso tem como função de captar estímulos ambientais ou do próprio corpo, conduzir impulsos nervosos e interpretá-los, na coordenação das funções dos órgãos.

Os neurônios tem uma forma especial de reação, que consiste no impulso nervoso, produzido sempre na mesma direção: dos dentritos são prolongados e partem do corpo celular, recolhem impulsos nervosos e deste para o axônio. Os neurônios relacionam-se uns com os outros pelas extremidades de suas ramificações, que não se tocam mas ficam bem próximas. Essas áreas de conexão são denominadas sinapses. É através das sinapses que o impulso passa do axônio de uma célula para os dentritos de outra. Feixes de axônios revestidos por tecido conjuntivo formam os nervos. Conforme os axônios apresentam ou não a bainha de mielina, os nervos são classificados em mielínicos ( nervos brancos) e a amielínicos (nervos cinzentos).
Encaixadas entre os neurônios, com função de apoio e preenchimento, encontram-se células especiais que constituem a neuróglia.


Neurônios

Neurônios ou células nervosas, têm a propriedade de receber e transmitir estímulos, permitindo ao organismo responder a alterações do meio. São células grandes que apresentam um corpo celular ou pericário, de onde partem dois tipos de prolongamentos: os axônios e os dendritos.
- Dendritos: são prolongamentos citoplasmáticos que podem ou não ser pequenos, apresentando grande numero de ramificações. São estruturas especializadas na função de receber estímulos.
- Axônio: é uma única expansão citoplasmática, longa e de diâmetro constante, cuja  porção final apresenta ramificações. Estrutura especializada na transmissão do impulso nervoso.

Fibras nervosas

Todos os axônios das células nervosas apresentam-se envoltos por bainha, sendo a conjunto axônio e bainha, sendo o conjunto axônio e bainha envoltória denominada fibra nervosa.

Transmissão do impulso nervoso

O impulso nervoso é causado por um estimulo do neurônio, provocando modificações elétricas é químicas que são transmitidas ao longo dos neurônios sempre no sentido dendrito-axônio. A membrana  do axônio em repouso apresenta carga elétrica positiva do lado interno. Os neurônios conectam-se entre si e aos órgãos através de um tipo especial de junção, denominada sinapse. O impulso nervoso proporciona, na região das sinapses, liberação de vesículas contendo mediadores químicos, que podem ser acetilcolina ou adrenalina.
Esses mediadores químicos caem na fenda sináptica, excitando a membrana do dentrito e dando origem à atividade elétrica ou outro neurônio.
Os mediadores químicos que caem na fenda sináptica são degradados, logo em seguida, por ensinas especificas. 

Transmissão de impulsos nervosos:

Sentido do impulso nervoso entre neurônios: dendrito ⇒ axônio

Sinapse: região de encontro entre neurônios e entre neurônios e órgãos, onde ocorre a transmissão química de impulsos elétricos.

Mediadores químicos na sinapse: acetilcolina ou adrenalina.
Por: Sidney Magalhães
FONTE:www.coladaweb.com

CLASSIFICAÇÃO DOS TECIDOS


   A histologia é o ramo da biologia que se dedica ao estudo dos tecidos animais e vegetais.
   Tecido: grupo de células semelhantes que trabalham em conjunto para realizar uma função específica.


TECIDO EPITELIAL

Há dois tipos básicos de tecidos epiteliais, o tecido epitelial de revestimento (epitélio), que cobre as superfícies externas e internas do corpo, e o tecido epitelial glandular ou de secreção, originado do próprio epitélio, e que vai formar as glândulas.

Funções

  • Proteção contra a abrasão e agressão.
  • Absorção de substâncias como fazem, por exemplo, as células intestinais.
  • Secreção de muco, hormônios e outras substâncias.
  • Sensorial, detectar as sensações através de terminações e corpúsculos do tecido nervoso.

Tecido epitelial de revestimento

O tecido epitelial caracteriza-se por apresentar pequena quantidade de matriz ou substância extracelular, apresentando suas células justapostas, ou seja, bem próximas umas das outras, geralmente ligadas por grande número de desmossomos, que são estruturas proteicas e têm por função aumentar a união entre duas células vizinhas.
A nutrição do tecido epitelial é feita por difusão a partir do tecido conjuntivo adjacente pela chamada membrana basal, que se localiza logo abaixo do epitélio, já que este é um tecido avascularizado, ou seja, sem vasos sanguíneos entre suas células. Os epitélios são classificados de acordo com o número de camadas celulares e pela forma de suas células. 
Tecido epitelial do intestino
Tecido epitelial de revestimento simples da mucosa intestinal

Tecido epitelial simples ou uniestratificado

O tecido epitelial simples é formado por uma única camada de células que ficam repousando sobre a membrana basal. Ele é encontrado, por exemplo, no endotélio (revestimento interno dos vasos sanguíneos), sendo este formado por células achatadas também chamadas de pavimentosas. Também ocorre na maior parte do revestimento interno do tubo digestório, sendo formadas por células alongadas ou cilíndricas, podendo apresentar microvilosidades na sua superfície.

Tecido epitelial estratificado ou pluriestratificado

O tecido epitelial estratificado, ao contrário do simples, é formado por várias camadas de células sobre a membrana basal, sendo encontrado, por exemplo, na epiderme (camada superior da pele) no revestimento do esôfago e na uretra. Esse epitélio pode apresentar as últimas camadas de células mortas pela deposição de queratina, uma proteína que funciona como impermeabilizante e também dá maior resistência ao tecido.
Tecido epitelial estratificado
Tecido epitelial estratificado com deposição de queratina na parte superior da epiderme humana. Em azul a membrana basal.

Tecido epitelial pseudo-estratificado

O epitélio pseudo-estratificado é constituído por uma única camada de células (simples), com alturas diferentes e por isso com núcleos em vários níveis, dando a falsa impressão de se tratar de mais de uma camada de células. Na verdade, uma análise mais detalhada mostra que todas as células estão em contato com a membrana basal. Esse epitélio pode ser observado no revestimento do sistema respiratório (fossas nasais, brônquios, traqueia) e nos órgãos reprodutores.
Tecido epitelial pseudo-estratificado
Figura esquemática do epitélio pseudo-estratificado, mostrando que todas as células encontram-se ligadas à membrana basal.
FONTE: www.coladaweb.com

VACINA X SORO


Os dois agem como imunizadores, mas são usados em diferentes situações. Conheça um pouco mais sobre a produção de soros.
Entre os tipos de imunizações, a vacina é a mais lembrada. Mas, não se pode esquecer da importância da soroterapia. Diferente das vacinas na função e na composição, o soro é usado como tratamento depois que a doença já se instalou ou após a contaminação com agente tóxico específico, como venenos ou toxinas. Tanto as vacinas como os soros são fabricados a partir de organismos vivos, por isso são chamados de imunobiológicos.
Soros e vacinas são produtos de origem biológica (chamados imunobiológicos) usados na prevenção e tratamento de doenças. A diferença entre esses dois produtos está no fato dos soros já conterem os anticorpos necessários para combater uma determinada doença ou intoxicação, enquanto que as vacinas contêm agentes infecciosos incapazes de provocar a doença (a vacina é inócua), mas que induzem o sistema imunológico da pessoa a produzir anticorpos, evitando a contração da doença. Portanto, o soro é curativo, enquanto a vacina é, essencialmente, preventiva.
 
Seringa com vacina

Vacina

As vacinas contêm agentes infecciosos inativados ou seus produtos, que induzem a produção de anticorpos pelo próprio organismo da pessoa vacinada, evitando a contração de uma doença. Isso se dá através de um mecanismo orgânico chamado "memória celular". As vacinas diferem dos soros também no processo de produção, sendo feitas a partir de microrganismos inativados ou de suas toxinas, em um processo que, de maneira geral, envolve:
- fermentação;
- detoxificação;
- cromatografia;

Tipos e descrições de vacinas: 
Vacina BCG
Preparada com bacilos vivos provenientes de cepas atenuadas de Mycobacterium bovis. Deve ser administrada com seringas e agulhas apropriadas, em região intradérmica, na porção da inserção inferior do músculo deltóide, preferencialmente, no braço direito, o mais precocemente possível, a partir do nascimento, embora pessoas de qualquer idade possam ser vacinadas. Contra-indicada para indivíduos portadores de imunodeficiências congênitas e adquiridas, incluindo-se pacientes em terapia imunosupressora. Grávidas também são devem ser vacinadas, bem como crianças com peso inferior a 2.000g. Pacientes doentes com Sida não devem receber esta vacina, porém, crianças portadoras do vírus da imunodeficiência adquirida, com contagem de CD4 superior a 500, sem sinais de infecção ativa, podem recebe-la. Portadores de doenças graves, neoplasias malignas, com infecções ou queimaduras extensas em pele, bem como convalescentes de sarampo também compõem o grupo de pessoas que não podem ser imunizadas com o BCG. Não recomendamos a revacinação rotineira dos indivíduos, entre os 6 e 10 anos, embora tal esquema seja o recomendado pelo Ministério da Saúde, em nosso país. 
Vacina contra hepatite B
Vacina produzida por engenharia genética com técnica de DNA recombinante, contendo antígeno de superfície do vírus da hepatite C (HbsAg). Deve ser administrada o mais precocemente possível, a partir do nascimento, por via intramuscular profunda, seguida por outras duas doses, um e seis meses após a primeira. Os adultos devem também receber três doses, respeitando-se os mesmos intervalos, embora, nestes casos, vimos indicando a vacina conjugada, contra as hepatites A e B, seguindo o mesmo esquema já proposto. Discute-se a necessidade de reforços a cada 5 - 10 anos e a confirmação da resposta imunitária pode ser feita através de dosagem de anti-HBs que se positiva após a adequada imunização. Esta vacina não deve ser administrada na região glútea, devendo ser utilizado o casto lateral da coxa em crianças menores de dois anos em nos demais indivíduos, o deltóide.
Nos recém-nascidos de mães HbsAg positivas, além da administração da vacina, deve ser realizada a imunização passiva, nas primeiras 12 horas de vida, com imunoglubulina humana específica (0,5ml).
Devido à sua comprovada eficácia, mínimos efeitos colaterais e ausência de contra-indicações (só não deve ser administrada a indivíduos sabidamente alérgicos a um dos componentes da vacina) tem, em nosso entendimento, indicação universal. 
Vacina contra o sarampo, caxumba e rubéola
Vacina combinada de vírus atenuados contra as três moléstias. Pode ser utilizada a partir de 12 meses de idade, em dose única, embora, indiquemos uma segunda dose, a partir da adolescência. A aplicação é subcutânea, tendo as mesmas contra-indicações da vacina contra o sarampo, ressaltando-se que mulheres em idade fértil vacinadas com esta vacina (ou com a monovalente contra o sarampo) devem evitar a gravidez durante os 30-90 dias seguintes à imunização. Reações como dores articulares, artrites e adenomegalias podem ocorrer, principalmente em adultos, entre a segunda e oitava semana pós-vacinal, em resposta ao componente anti-rubéola. Parotidite pós-vacinal, raramente, pode ocorrer. 
Vacina contra a febre amarela
Produzida com vírus vivos atenuados. Pode ser administrada (subcutânea) a partir dos seis meses de idade em habitantes de áreas endêmicas da doença, ou também, aos viajantes que se dirigirem a essas regiões (imunidade adquirida após o décimo dia do ato vacinal). Outro assim, em casos de epidemias, devemos considerar a possibilidade de utilização do composto vacinal em crianças menores de seis meses. Reforços devem ser realizados a cada 10 anos. Tem como contra-indicação, além das contra-indicações gerais às vacinas de vírus vivos, dentre as quais a gravidez, antecedentes de reação alérgica grave a ovo. 
Vacina contra gripe
Produzida anualmente utilizando-se as cepas virais relacionadas às epidemias da doença do período imediatamente anterior à sua fabricação, através da separação dos vírus coletados em vários laboratórios dispersos no mundo, muitos aqui no Brasil. Essas vacinas, de vírus inativados, podem ser administradas a partir dos seis meses de idade, sendo necessário às crianças menores de seis anos, que a recebem pela primeira vez, a administração de duas doses (com aplicação de metade da dose em cada uma das aplicações).
Embora sua eficácia se situe entre 80% e 85%, temos recomendado a sua aplicação a todas as crianças com risco de disseminação da doença, àqueles portadores de infecções de vias aéreas de repetição, de moléstias cardiovasculares e pulmonares crônicas (inclusive asma). Em relação aos adultos, pela grande experiência adquirida com a vacinação empresarial, com importante redução das faltas ao trabalho, temos recomendado a vacinação anual e rotineira de todos os indivíduos, considerando-se, também o benefício social advindo da prevenção da moléstia.
A aplicação, intramuscular, pode levar à dor local e, mais raramente, à febre e discreta mialgia. Importante informar aos indivíduos vacinados qual a imunidade adquirida pós-vacinal se apresenta após a segunda semana do ato e, caso o paciente venha a contrair gripe nesse período, não se deve à falha vacinal ou à transmissão da doença pela vacina, absurdo que alguns desinformados teimam em espalhar. As contra-indicações se restringem a reações alérgicas a um dos componentes vacinais, às proteínas do ovo e ao timerosal. A gravidez deve ser avaliada em cada caso, não se constituindo em contra-indicação absoluta da administração.
Soro

Soro

Aplicação e tipos de soros:
Os mais conhecidos soros são os antiofídicos, que neutralizam os efeitos tóxicos do veneno de animais peçonhentos, por exemplo, cobras e aranhas. No entanto, há soros para o tratamento de doenças, como difteria, tétano, botulismo e raiva, e são produzidos também soros que reduzem a possibilidade de rejeição de certos órgãos transplantados, chamados de Anti-timocitários.
Quando uma pessoa é picada por um animal peçonhento, o soro antiofídico é o único tratamento eficaz. A vítima deve ser levada ao serviço de saúde mais próximo, onde receberá o auxílio adequado. Para cada tipo de veneno há um soro específico, por isso é importante identificar o animal agressor e se possível levá-lo, mesmo morto, para facilitar o diagnóstico.
A produção do soro é feita geralmente através da hiperimunização de cavalos. No caso do soro antiofídico, é extraído o veneno do animal peçonhento e inoculado em um cavalo para que seu organismo produza os anticorpos específicos para aquela toxina. Esse animal é o mais indicado para a atividade devido à facilidade de trato, por responderem bem ao estímulo da peçonha e pelo seu grande porte, o que favorece a fabricação de um grande volume de sangue rico em anticorpos.
Após a formação dos anticorpos, são retirados em torno de 15 litros de sangue do animal. A parte líquida do sangue, o plasma, rico em anticorpos passa por alguns processos de purificação e testes de controle de qualidade, para daí então estar pronto para o uso em humanos. As hemácias, que formam a parte vermelha do sangue, são devolvidas ao animal através de uma técnica de reposição para reduzir os efeitos colaterais provocados pela sangria.
O soro para o tratamento de doenças infecciosas e para prevenir a rejeição de órgãos também é obtido por processo semelhante. A única diferença está no tipo de substância injetada no animal para induzir a produção de anticorpos, que na maioria dos casos é alguma parte da própria bactéria ou o vírus inativado.
O Instituto Butantan é responsável por cerca de 80% dos soros e vacinas utilizados hoje no Brasil. Veja abaixo alguns soros produzidos pelo Instituto e distribuídos pelo Ministério da Saúde a todo o país.
Antibotrópico - para acidentes com jararaca, jararacuçu, urutu, caiçaca, cotiara.
Anticrotálico - para acidentes com cascavel.
Antilaquético - para acidentes com surucucu.
Antielapídico - para acidentes com coral.
Antiaracnidico - para acidentes com aranhas do gênero Phoneutria (armadeira), Loxosceles (aranha marrom) e escorpiões brasileiros do gênero Tityus.
Antiescorpiónico - para acidentes com escorpiões brasileiros do gêneroTityus.
Anilonomia - para acidentes com taturanas do gênero Lonomia.
Anti-tetânico - para o tratamento do tétano.
Anfi-rábico - para o tratamento da raiva.
Antifidiftérico - para tratamento da difteria.
Anti-botulínico "A" - para tratamento do botulismo do tipo A.
Anti-botulínico "B" - para tratamento do botulismo do tipo B.
Anti-botulínico "ABE" - para tratamento de botulismo dos tipos A B e E.
Anti-timocitário - usado para reduzir as possibilidades de rejeição de certos órgãos transplantados. 
A Produção de Soro
Os soros são utilizados para tratar intoxicações provocadas pelo veneno de animais peçonhentos ou por toxinas de agentes infecciosos, como os causadores da difteria, botulismo e tétano. A primeira etapa da produção de soros antipeçonhentos é a extração do veneno - também chamado peçonha - de animais como serpentes, escorpiões, aranhas e taturanas. Após a extração, a peçonha é submetida a um processo chamado liofilizacão, que desidrata e cristaliza o veneno. A produção do soro obedece às seguintes etapas:
1.O veneno liofilizado (antígeno) é diluído e injetado no cavalo, em doses adequadas. Esse processo leva 40 dias e é chamado hiperimunizacão. 
2.Após a hiperimunizacão, é realizada uma sangria exploratória, retirando uma amostra de sangue para medir o teor de anticorpos produzidos em resposta às injecões do antígeno. 
3.Quando o teor de anticorpos atinge o nível desejado, é realizada a sangria final, retirando-se cerca de quinze litros de sangue de um cavalo de 500 Kg em três etapas, com um intervalo de 48 horas. 
4.No plasma (parte líquida do sangue) são encontrados os anticorpos. O soro é obtido a partir da purificação e concentração desse plasma. 
5.As hemácias (que formam a parte vermelha do sangue) são devolvidas ao animal, através de uma técnica desenvolvida no Instituto Butantan, chamada plasmaferese. Essa técnica de reposição reduz os efeitos colaterais provocados pela sangria do animal.
6.No final do processo, o soro obtido é submetido a testes de controle de qualidade:
6.1. atividade biológica - para verificação da quantidade de anticorpos produzidos;
6.2. esterilidade - para a detecção de eventuais contaminações durante a produção;
6.3. inocuidade - teste de segurança para o uso humano;
6.4. pirogênio - para detectar a presença dessa substância, que provoca alterações de temperatura nos pacientes;
6.5. testes físico-químicos.
FONTE:www.coladaweb

ALIMENTOS


Para seu corpo funcionar bem é importante uma alimentação saudável e tê-la depende da sua necessidade de energia que está relacionada com a idade, peso, estatura e atividades físicas. Mas mesmo dependendo disso, a dieta normal deve ser composta por proteínas, carboidratos, gorduras, fibras, cálcio e outros minerais, como também rica em vitaminas (A, D, E, K e complexo B). Para isto necessitamos de uma dieta variada, que tenha todos os tipos de alimentos, sem abusos.

Alimentação Saudável

Foi feita uma divisão em três tipos de alimentos, que são importantes para nosso corpo pois tem funções diferentes:
Energéticos: São ricos em Açúcares e Gorduras, substancias que dão energia a nosso corpo. São exemplos de alimentos ricos em Açúcares ou Gorduras: Mel, leite, açúcar, frutas, beterraba, manteiga e óleo.
Plásticos: São ricos em Proteínas. As Proteínas ajudam na renovação das células, e na construção e crescimento do corpo. São exemplos de alimentos ricos em Proteínas: Peixe, carne, leite, ovos, soja, feijão e frango.
Reguladores: São ricos em Vitaminas e Sais Minerais, substancias que regulam o funcionamento de nosso organismo, participando da defesa contra doenças.
Os Sais Minerais – como cloro, sódio, cálcio, flúor e ferro – são necessários para a formação de ossos, dos dentes e do sangue. Eles são encontrados no sal de cozinha, no leite, nas verduras, etc.
As Vitaminas são necessárias  para o desenvolvimento de nosso organismo e para prevenção de certas doenças. As vitaminas A, D, E e K são lipossúveis (dissolve-se em lípides) e o Complexo B e a Vitamina C são hidrossolúveis (dissolvem-se em agua). Elas são encontradas em frutas, verduras, ovos, leite, etc.

Pirâmide Alimentar

A Pirâmide Alimentar foi criada nos Estados Unidos. Indica a quantidade de certos alimentos que pessoas devem consumir diariamente. Ajuda a ingerir menos gorduras saturadas e colesterol, mais frutas, verduras, legumes e grãos além, de indicar o consumo moderado de açúcar, sal e bebidas alcoólicas. A prática de exercícios físicos é recomendada por que ajuda na prevenção de doenças e também a manter o peso ou ate diminui-lo e faz muito bem à saúde. 
Pirâmide alimentar


Como conservar os alimentos

Antigamente, quando não havia geladeiras, nem freezers, os alimentos tinham que ser cazados e comidos no ato, e as pessoas não podiam fazer muitos exercícios por que não se sabia quando haveria mais comida. Depois, descobriu-se que salgar ou defumar os alimentos para conserva-los eram métodos eficazes. Também se descobriu que congelados era bom, então enterrava-os na neve.
Recentemente, foram descobertos mais tipos de conservação e inventadas maquinas, como a geladeira e o freezer, que ajudam na conservação de alimentos. Alguns tipos de conservação de alimentos:
Congelamento ou resfriamento: Temperaturas próximas ou abaixo de 0°C retardam o crescimento e as atividades metabólicas dos microrganismos. No caso do congelamento, a menos de 0°C e no caso do resfriamento, próximas a 0°C.
Fervura: A temperatura alta é um dos métodos mais seguros e mais confiáveis, pois o calor é utilizado para matar dos organismos existentes em produtos alimentares em latas, jarras ou outros tipos de recipientes que não deixam que exista penetração de mais organismos depois de ferver.
Defumação: A fumaça desidrata os alimentos e eles se conservam por muito tempo.
Pasteurização: O processo de pasteurização é aplicado ao leite e também aos sucos de frutas. No entanto, como o tratamento não mata todos os microrganismos, é necessário guardar estes produtos em baixas temperaturas. O tratamento é feito colocando o alimento em altas temperaturas  durante um curto período de tempo e depois colocando-o numa temperatura muito baixa rapidamente.
Desidratação: Quando retiramos, pelo sol ou pelo ar, a agua de um alimento para que se conserve. Isso não mata todas as bactérias, mas impede de se reproduzir as que sobram.
Salgamento: É usado para carnes. O sal tira a agua da carne e depois, dos microorganismos que vierem, matando-os.

SANGUE


Sangue

Substância líquida que circula pelas artérias e veias do organismo. Em uma pessoa normal sadia, cerca de 45% do volume de seu sangue são células (a maioria de glóbulos vermelhos, glóbulos brancos e plaquetas). O sangue é vermelho brilhante, quando oxigenado nos pulmões (nos alvéolos pulmonares). Ele adquire uma tonalidade mais azulada, quando perde seu oxigênio, através das veias e dos pequenos vasos denominados capilares. Este movimento circulatório do sangue ocorre devido à atividade coordenada do coração, pulmões e das paredes dos vasos sanguíneos. O sangue transporta ainda muitos sais e substâncias orgânicas dissolvidas.
No interior de muitos ossos, há cavidades preenchidas por um tecido macio, a medula óssea vermelha, onde são produzidas as células do sangue: hemácias, leucócitos e plaquetas.nição
Respiração
respiração
Plaquetas

As plaquetas são pequenas massas protoplásticas anucleares, que aderem à superfície interna da parede dos vasos sanguíneos no lugar de uma lesão e fecham o defeito da parede vascular. Tem cerca de 200.000 a 300.000 plaquetas, denominadas trombócitos, no sangue.

Glóbulos Brancos

No sangue, temos de 5.000 a 10.000 corpúsculos ou glóbulos brancos (células brancas do sangue), que recebem o nome de leucócitos. De 4.000 a 11.000 glóbulos brancos por mm3. São de vários tipos principais:
Neutrófilos - Que fagocitam e destroem bactérias;
Eosinófilos - Que aumentam seu número e se ativam na presença de certas infecções e alergias;
Basófilos - Que segregam substâncias como a heparina, de propriedades anticoagulantes, e a histamina;
Linfócitos - Que desempenham um papel importante na produção de anticorpos e na imunidade celular;
Monócitos - Que digerem substâncias estranhas não bacterianas.
: : :  neutrófilo (segmentado)  : : :  : : :  eosinófilo  : : :  : : :  basófilo  : : : : : :  linfócito  : : : : : :  monócito  : : :
Doenças Sanguíneas

As doenças do sangue resultam mudanças anormais em sua composição. A redução anômala do conteúdo de hemoglobina ou do número de glóbulos vermelhos é conhecida como anemia. A formação de hemoglobina anômala é característica da anemia falciforme e da talassemia. A leucemia é acompanhada por uma proliferação desordenada de leucócitos.
A deficiência de qualquer dos fatores necessários à coagulação do sangue provoca hemorragias. Diversas doenças hemorrágicas, como a hemofilia, são hereditárias.

Anemia

"Anemia", palavra que do grego significa "privação de sangue". É caracterizada por uma diminuição da quantidade total do número de glóbulos vermelhos ou de hemoglobina do sangue (concentração de hemoglobina inferior a 0,13g/ml no homem e a 0,12g/ml na mulher).

Hemoglobina

A hemoglobina é constituída por um pigmento vermelho chamado heme, que dá a cor vermelha característica do sangue. É um pigmento especial predominante no sangue, cuja função é transportar ooxigênio. Transporta o oxigênio dos pulmões até os tecidos do corpo. Depois, inverte sua função e recolhe o dióxido de carbono, transportando-o até os pulmões para ser expirado.
A deficiência de hemoglobina provoca a anemia. As alterações da estrutura da hemoglobina podem causar a anemia falciforme.

Anemia das células falciformes

A anemia falciforme é um processo hereditário em que a hemoglobina apresenta-se alterada. Conhecida também como anemia drepanocítica, é causada pela existência de hemoglobina anômala ou hemoglobina S, que muda de forma quando a quantidade de oxigênio no sangue se reduz por qualquer motivo. As hemácias que contêm a hemoglobina também mudam, adotando a forma de foice (falciforme).
hemácias falciformes
hemácias falciforme
Outros tipos de anemia

Pode-se verificar a anemia em diversos casos patológicos: hemólise, doenças malignas, saturnismo, talassemia, hemorragia, deficiência de vitamina B12, deficiência de ferro, afecções inflamatórias crônicas, etc.
A mais comum é a anemia ferropênica provocada por um déficit de ferro, elemento essencial para a fabricação de glóbulos vermelhos. A anemia perniciosa é provocada por um déficit de vitamina B12, fundamental para a produção de hemácias.

Análise de sangue

Através da análise de sangue, verifica-se a definição das diferentes formas de anemia e determina a sua causa.

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Estudo das Raízes



Podemos encontrar nas angiospermas dois tipos básicos de raízes: as fasciculadas e as pivotantes. As raízes fasciculadas são formadas por um conjunto de raízes finas, todas mais ou menos do mesmo tamanho e espessura, que ocorrem nas monocotiledôneas. Esse tipo de raiz não se aprofunda muito no solo, absorvendo água das camadas mais superficiais. Elas se espalham formando uma espécie de rede que prende o solo, contribuindo para diminuir a erosão provocada pela chuva.
Nas raízes pivotantes, existe uma raiz principal que penetra verticalmente no solo, sendo, geralmente, maior e mais grossa que as outras, as secundárias, que partem dela.
Esse tipo de raiz consegue absorver água das camadas mais profundas do solo e é típico das dicotiledôneas e das gimnospermas.
Tipos de raízes

A raiz e suas funções


A raiz é um órgão vegetal que cresce e se ramifica, geralmente, dentro do solo, formando o sistema radicular. Esse conjunto de raízes é responsável por algumas funções do vegetal, como a fixação do vegetal no solo e absorção de água e sais minerais, que são chamados de seiva bruta.
Algumas raízes acumulam reserva de água e nutrientes para a planta, sendo por isso utilizadas em nossa alimentação.

Suas partes

Em cada uma das raízes que compõem os sistemas radiculares, é possível identificar diferentes regiões.
Partes da raiz de uma planta

Regiões da raiz

As células da ponta da raiz estão em constante reprodução, promovendo o seu crescimento. Durante a sua penetração no solo, as raízes vão se atritando com as partículas presentes nele. A coifa é uma espécie de capuz que protege essas células do atrito com as partículas e também do ataque de microrganismos.
A seguir vem a zona lisa ou de crescimento, uma região onde há intenso crescimento da raiz, pois as células recém-formaas passam por um processo de alongamento. Essa região é a principal responsável pelo crescimento da raiz.
A zona pilosa ou de absorção possui numerosos e finíssimos pêlos chamados pêlos absorventes, que são os responsáveis pela absorção de água e sais minerais presentes no meio em que as raízes se encontram.
A região suberosa ou de ramificação é de onde se originam as raízes secundárias que auxiliam a fixação da planta no solo e aumentam a superfície de absorção.

Diversidade das raízes

As raízes se diferenciam de acordo com as funções especializadas que exercem e também pela capacidade que têm de se adaptarem a diferentes ambientes.
Raízes respiratórias: também conhecidas como pneumatóforos, são raízes adaptadas a viver em regiões alagadiças como, por exemplo, os mangues, que possuem um solo lamacento, rico em detritos, porém pobre em oxigênio. A vegetação que vive nesse ambiente desenvolve raízes que crescem verticalmente para fora do nível da água. Elas possuem pequenos furos que permitem a entrada do oxigênio do ar. As raízes dessas plantas realizam a fixação e a absorção de oxigênio.
Raiz respiratória
Pneumatóforos
Raízes escoras ou suporte: essas raízes partem do caule e se fixam no solo, aumentando a capacidade de sustentação da planta, como o milho, por exemplo. No mangue também é muito comum as plantas apresentarem esse tipo de raiz crescendo acima do nível da água.
Raiz escora
Raízes escoras
Raízes tabulares: são raízes achatadas que lembram uma tábua, encontradas em árvores de grande porte para ajudar na sustentação. Possuem poros que permitem a entrada do oxigênio. A figueira é um exemplo de planta com esse tipo de raiz.
Raízes tabulares
Raízes tabulares
Raízes tuberosas: armazenam grande quantidade de substâncias nutritivas, sendo por isso muito utilizadas em nossa alimentação. São elas: cenoura, beterraba, mandioca, batata-doce, nabo e outras.
Beterraba e Nabo
Raízes tuberosas - beterraba e nabo
Raízes sugadoras: esse tipo de raiz é encontrado em plantas parasitas, como a erva-de-passarinho e o cipó-chumbo. Elas penetram no caule das plantas hospedeiras, sugando-lhes a seiva.
Raiz sugadora
Cipó-chumbo
No caso do cipó-chumbo, que não possui folhas nem clorofila, ele depende, exclusivamente, da planta hospedeira, sugando-lhe a seiva rica em substâncias nutritivas, chegando, inclusive, a matá-la.
De um modo geral, as raízes são subterrâneas, mas também existem as aquáticas - que se desenvolvem dentro da água, como as da planta aguapé, e há aquelas que são aéreas, como é o caso das orquídeas, que vivem apoiadas em outras plantas, absorvendo a umidade do ar.
Por: Renan Bardine

Fonte: www.coladaweb.com

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Estados Físicos da Água


A água é encontrada em diferentes estados físicos na natureza. Considerando essa propriedade, use as palavras abaixo para completar corretamente o texto:

   água      atmosfera      doce      geleiras      líquido      planeta      rios e lagos      sólido      sais      salgado      seres vivos   
A água pode ser encontrada em quse tudo ao nosso redor. Ela está presente na , como vapor, e também em rios, lagos e oceanos. Além disso, é fundamental ao funcionamento do corpo dos .
Ao contrário do que acontece com a água dos oceanos, rica em , a água dos  tem uma salinidade muito baixa. Nessas águas não sentimos um sabor , por isso as chamamos de água .
Quando falamos em água, logo pensamos no . No entanto, as  polares e das altas montanhas representam 2% de água no estado .
Seja no estado que for, vale lembrar que a  é uma das substâncias mais abundantes do .
Site: do professor Parrião

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Fotossíntese


Dúvidas


1.Existem forças que se opõe ao movimento, como forças de resistência do ar e água e atrito. Sendo assim, por que é tão difícil segurar um sabonete com a mão molhada. Neste caso, a força de atrito é:
a) maior                      b) igual                    c) menor                 d) indiferente                    e) nda

Lilian aí está a sua dúvida, a questão q vc trouxe para a sala de aula. E agora, após a explicação vc saberia me dizer qual a resposta correta para esta questão? Em relação, ao cálculo da "baleia", acho q vc agora vc vai saber responder tb.
Qualquer dúvida, entre em contato. Bjo e bom estudo

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Mistura/ Fracionamento de misturas

As misturas podem ser:

  1. Homogêneas – quando é constituída apenas de uma fase.
  2. Heterogêneas – quando apresenta mais de uma fase.

Na hora de desenvolver qualquer problema de separação de misturas, o aluno deve antes verificar qual conjunto de técnicas ele deve usar. Para isso ele precisa saber se a mistura trabalhada é HO ou HE.
Os seguintes processos permitem a separação dos vários constituintes de uma mistura. Cada um destes processos tem uma utilização bem definida, dependendo do tipo e das propriedades dos componentes da mistura. A aplicação destes processos deverá ser pensada caso a caso. Poderá haver misturas que necessitem de mais do que um processo para a completa separação dos seus constituintes.
Observe o cronograma abaixo:



TÉCNICAS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS HETEROGÊNEAS (HE)

A) FILTRAÇÃO:

A filtração pode ser de dois tipos:

Simples: é o processo usado para separar misturas heterogêneas formadas por um sólido e um líquido ou por um gás e um sólido. Ex.: Água e areia.

Á vácuo: Este tipo de filtração é usada para acelerar o processo. A filtração pode ser acelerada pela rarefação do ar, abaixo do filtro. Nas filtrações sob pressão reduzida, usa-se funil com fundo de porcelada porosa (funil de Büchner)

B) DECANTAÇÃO: é o processo usado para separar misturas heterogêneas formadas por um sólido e um líquido ou por líquidos imiscíveis (não se misturam).

Ex.: Água e barro

Ex.:Água e óleo, ou qualquer mistura de dois líquidos imiscíveis. Neste caso se utiliza o funil de decantação, de separação ou de Bromo.


Obs.: Quando os líquidos não se separam pelo simples repouso, ou o fazem muito demoradamente, submete-se inicialmente a mistura à centrifugação. Utilizando-se uma centrífuga, muito usada em exames laboratoriais para separar os componentes do sangue. A centrifugação pode ser comparada a uma decantação acelerada. As máquinas de lavar roupas utilizam esse processo para retirar a água dos tecidos.

C) CATAÇÃO: é o método utilizado para separar misturas heterogêneas de sólido – sólido, onde é necessário que os componentes da mistura sejam aparentemente distintos. Um exemplo é a catação de pedra no feijão, onde se retira, catando, as pedras, que são diferentes do feijão.

D) FLOTAÇÃO: Nesse caso, usa-se a água ou outro líquido para separar sólidos de densidades diferentes: o mais denso afunda e o menos denso flutua. Ex.: água e serragem

E) LEVIGAÇÃO: Quando uma mistura se forma por substâncias sólidas de densidades diferentes, pode-se utilizar uma corrente de água para separá-las. É o caso do ouro, que normalmente é encontrado junto a uma porção de terra ou areia. Para separar essas substâncias, tritura-se a mistura dentro de um recipiente próprio e passa-se uma corrente de água por ela. A parte menos densa (a areia ou a terra) é carregada pela água, enquanto a mais densa (o ouro) fica depositada no fundo. Esse processo de separar os elementos mais densos dos menos densos utilizando água corrente é a levigação.
Ex.: garimpeiro separando o ouro da areia.

F) DISSOLUÇÃO FRACIONADA: usado quando apenas um dos componentes sólidos da mistura é dissolvido em um líquido. Ex. sal + areia. Adiciona-se água à mistura. O sal irá se dissolver e a areia se depositar no fundo do recipiente. Em seguida a mistura é filtrada separando a areia (fase sólida) da água salgada (fase líquida) ou através da evaporação da água, obtendo-se o sal.
Ex.:

G) SEPARAÇÃO MAGNÉTICA OU IMANTAÇÃO: usa-se quando um dos sólidos é atraído por um ímã. Usado para separar alguns minérios de ferro de suas impurezas. Ex. Ferro + enxofre

H) SUBLIMAÇÃO: usada quando um dos sólidos, por aquecimento, sofre sublimação e o outro não. Exemplo: sal e iodo ou areia e iodo.

TÉCNICAS DE SEPARAÇÃO DE MISTURAS HOMOGÊNEAS (HO)

A) DESTILAÇÃO:

A destilação pode ser:

Destilação Simples: é usada na separação de uma mistura homogênea SÓLIDO-LÍQUIDO. A mistura é aquecida em uma aparelhagem apropriada (EQUIPAMENTO DE DESTILAÇÃO), de tal maneira que o componente líquido inicialmente evapora e, a seguir, sofre condensação, sendo recolhido em outro frasco.


Destilação Fracionada: consiste no aquecimento de uma mistura de líquidos miscíveis (solução), cujos pontos de ebulição (PE) não sejam muito próximos. Os líquidos são separados na medida em que cada um dos seus pontos de ebulição é atingido. Inicialmente, é separado o líquido com menor PE; depois, com PE intermediário e assim sucessivamente até o líquido de maior PE. A aparelhagem usada é a mesma de uma destilação simples, com o acréscimo de uma coluna de fracionamento ou retificação.
Obs.: Esse processo muito utilizado, principalmente em indústrias petroquímicas, na separação dos diferentes derivados do petróleo. Nesse caso, as colunas de fracionamento são divididas em bandejas ou pratos. Esse processo também muito utilizado no processo de obtenção de bebidas alcoólicas (alambique).

B) CRISTALIZAÇÃO FRACIONADA: Permite recuperar um sólido dissolvido num líquido que contenham impurezas. A solução saturada é filtrada e depois exposta ao ar para que o solvente evapore lentamente. Obtêm-se cristais do sólido que estava dissolvido.
Ex.: água e sal

C) LIQUEFAÇÃO FRACIONADA: é um processo utilizado na separação de uma mistura homogênea de gases. Por resfriamento da mistura, os gases se liquefazem separadamente, à medida que vão sendo atingidos os seus P.E. (Ponto de ebulição) e depois é feita uma destilação fracionada.
Ex.: Mistura de O2 e NH3


Fonte:http://www.agracadaquimica.com.br