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"A GRATIDÃO DESBLOQUEIA A ABUNDÂNCIA DA VIDA".

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

SOLO


Como o solo se formou
A camada de rochas na superfície da Terra está, há milhões de anos, exposta a mudanças de temperatura e à ação da chuva, do vento, da água dos rios e das ondas do mar. Tudo isso vai, aos poucos, fragmentando as rochas e provocando transformações químicas. Foi assim, pela ação do intemperismo, que, lentamente, o solo se formou. E é dessa mesma maneira que está continuamente se remodelando.
Os seres vivos também contribuem para esse processo de transformação das rochas em solo. Acompanhe o esquema abaixo:

  1. A chuva e o vento desintegram as rochas.
  2. Pedaços de liquens ou sementes são levados pelo vento para uma região sem vida. A instalação e a reprodução desses organismos vão aos poucos modificando o local. Os liquens, por exemplo, produzem ácidos que ajudam a desagregar as rochas. As raízes de plantas que crescem nas fendas das rochas irão contribuir para isso.
  3. A medida que morrem, esses organismos enriquecem o solo em formação com matéria orgânica e, quando ela se decompõe, o solo se torna mais rico em sais minerais. Outras plantas, que necessitam de mais nutrientes para crescer, podem então se instalar no local. Começa a ocorrer o que se chama de sucessão ecológica: uma série de organismos se instala até que a vegetação típica do solo e do clima da região esteja formada.

O que existe no solo
Há muitos tipos de solo. A maioria deles é composta de areia e argila, vindas da fragmentação das rochas, e de restos de plantas e animais mortos (folhas, galhos, raízes, etc.). Esses restos estão sempre sendo decompostos por bactérias e fungos, que produzem uma matéria orgânica escura, chamadas húmus. À medida que a decomposição continua, o húmus vai sendo transformado em sais minerais e gás carbônico. Ao mesmo tempo, porém, mais animais e vegetais se depositam no solo e mais húmus é formado.
A decomposição transforma as substâncias orgânicas do húmus em substâncias minerais, que serão aproveitadas pelas plantas. Desse modo, a matéria é reciclada: a matéria que formava o corpo dos seres vivos acabará fazendo novamente parte deles depois de decomposta.
Vemos, então, que o solo é formado por uma parte mineral, que se originou da desagregação das rochas, e por uma parte orgânica, formada pelos restos dos organismos mortos e pela matéria orgânica do corpo dos seres vivos que está sofrendo decomposição. Vivem ainda no solo diversos organismos, inclusive as bactérias e os fungos, responsáveis pela decomposição da matéria orgânica dos seres vivos.
Nos espaços entre os fragmentos de rochas, há ainda água e ar - ambos importantes para o desenvolvimento das plantas.
 
Por baixo da camada superficial do solo encontramos fragmentos de rochas. Quanto maior a profundidade em relação ao solo, maiores são também os fragmentos de rocha.
O ser humano retira recursos minerais das camadas abaixo do solo. Parte da água da chuva, por exemplo, se infiltra no solo, passando entre os espaços dos grãos de argila e de areia. Outra parte vai se infiltrando também nas rochas sedimentares e em fraturas de rochas, até encontrar camadas de rochas impermeáveis. Formam-se assim os chamados lençóis de água ou lençóis freáticos, que abastecem os poços de água.
Finalmente, na camada mais profunda da crosta terrestre, encontramos a rocha que deu origem ao solo - a rocha matriz.
 Fonte:www.sobiologia.com.br

TSUNAMIS


Tsunamis e sua origem
Os movimentos da crosta sob os oceanos podem deslocar massas de água produzindo ondas enormes, chamadas tsunamis, que chegam a ter até 30 m de altura.
As ondas gigantes podem ser produzidas por três tipos de fenômenos:

Erupções vulcânicas injetam toneladas de lava no chão oceânico, gerando ondas devastadoras.
Terremotos submarinos deslocam a crosta oceânica, empurrando a massa de água para cima.
Uma bolha de gás surge no fundo do oceano, com o mesmo efeito de uma explosão grandiosa.

Fonte: www.sobiologia.com.br

TERREMOTOS


Os terremotos e sua origem

Terremoto ou sismo são tremores bruscos e passageiros que acontecem na superfície da Terra causados por choques subterrâneos de placas rochosas da crosta terrestre a 300m abaixo do solo. Outros motivos considerados são deslocamentos de gases (principalmente metano) e atividades vulcânicas. Existem dois tipos de sismos: Os de origem natural e os induzidos.
As maiorias dos sismos são de origem natural da Terra, chamados de sismos tectônicos. A força das placas tectônicas desliza podendo afastar-se, colidir ou deslizar-se uma pela outra. Com essas forças as rochas vão se alterando até seu ponto de elasticidade, após isso as rochas começam a se romper e libera uma energia acumulada durante o processo de elasticidade. A energia é liberada através de ondas sísmicas pela superfície e interior da Terra.

Na maioria dos casos, as vibrações são muito fracas, sendo percebidas somente com o auxílio de aparelhos especiais. Mas alguns terremotos podem causar efeitos prejudiciais ao homem como ferimentos, morte, prejuízos financeiros e sociais, desabamento de construções etc.
Mas como os terremotos acontecem?
Pense nesta comparação: se você curvar um pouco um a régua de plástico com as mãos, vai sentir uma força (uma tensão) desse objetivo contra suas mãos. Se você soltar uma das pontas, a tensão fará a régua vibrar.


A maioria dos terremotos ocorre quando certa tensão na fronteira entre duas placas tectônicas é liberada. Duas placas em movimento podem se encostar, exercer pressão uma contra a outra e ficar presas entre si. Em determinado momento, a força acumulada entre elas pode vencer o atrito, provocando um deslizamento rápido: uma placa escorrega ao longo da outra, o que libera a energia acumulada. Essa energia desencadeia "ondas de choque", chamadas ondas sísmicas, que se espalham pelas rochas e provocam tremores de terra. 
Existem também sismos induzidos, que são compatíveis à ação antrópica (realizados pelo homem). Originam-se de explosões, extração de minérios, de água ou fósseis, ou até mesmo por queda de edifícios; mas apresentam magnitudes bastante inferiores dos terremotos tectônicos.
As consequências de um terremoto são:
  • Vibração do solo,
  • Abertura de falhas,
  • Deslizamento de terra,
  • Tsunamis,
  • Mudanças na rotação da Terra. 

Foi a partir de 1900 que surgiram as principais escalas de medição que conhecemos. A mais conhecida é a escala Richter, desenvolvida pelo americano Charles Richter (1900-1985). A escala Richter varia de 0 a 9,5 ou mais pontos. O último nível pode variar: ele vai depender da força do maior terremoto ocorrido até o momento.
O abalo de maior intensidade já registrado no século XX alcançou 9,5 pontos na escala Richter e ocorreu no Chile, em 1860. O da Turquia, em 1999, atingiu cerca de 7,4 pontos na escala Richter. O terremoto que provocou o maior número de mortes ocorreu na China, em 1556 - 830 mil mortos.
As regiões mais sujeitas a terremotos são regiões próximas às placas tectônicas como o oeste da América do Sul onde está localizada a placa de Nazca e a placa Sul-Americana; e nas regiões em que se forma novas placas como no oceano Pacífico onde se localiza o Cinturão de Fogo. O comprimento de uma falha causada por um terremoto pode variar de centímetros a milhões de quilômetros como, por exemplo, a falha de San Andreas na Califórnia, Estados Unidos.

Só nos Estados Unidos acontecem cerca de 13 mil terremotos por ano que variam de aproximadamente 18 grandes terremotos e um terremoto gigante sendo que os demais são leves ou até mesmo despercebidos. 

 Fonte: www.sobiologia.com.br

TIPOS DE ÁGUA


A qualidade da água

A vida humana, assim como a de todos os seres vivos depende da água.
Mas a nossa dependência da água vai além das necessidades biológicas: precisamos dela para limpar as nossas casas, lavar as nossas roupas e o nosso corpo. E mais: para limpar máquinas e equipamentos, irrigar plantações, dissolver produtos químicos, criar novas substâncias, gerar energia.
É aí que está o perigo: a atividade humana muitas vezes comprometa a qualidade da água. Casas e indústrias podem despejar em rios e mares substâncias que prejudicam a nossa saúde. Por isso, escolher bem a água que bebemos e proteger rios, lagos e mares são cuidados essenciais à vida no planeta.
Água potável
A água potável é aquela popularmente chamada água pura. Para ser bebida por nós, a água deve serincolor, insípida (sem sabor) e inodora (sem cheiro). Ela deve estar livre de materiais tóxicos e microorganismos, como bactérias, protozoários etc., que são prejudiciais, mas deve conter sais minerais em quantidade necessária à nossa saúde.
A água potável é encontrada em pequena quantidade no nosso planeta e não está disponível infinitamente. Por ser um recurso limitado, o seu consumo deve ser planejado.

Água destilada
A água potável deve ter certa quantidade de alguns sais minerais dissolvidos, que são importantes para a nossa saúde. A água sem qualquer outra substância dissolvida é chamada de água destilada.Veja como se consegue água destilada.
Para retirar sais minerais e outros produtos dissolvidos na água, utiliza-se um processo chamadodestilação. O produto dessa destilação, a água destilada, é usado em baterias de carros e na fabricação de remédios e outros produtos. Não serve para beber, já que não possui os sais minerais necessários ao nosso organismo.
Veja como funciona o aparelho que produz água destilada, o destilador:

Observe que a água ferve (1) com ajuda do (2) Bico de Bunsen (chama que aquece a água), transformando-se em vapor (3), e depois se condensa (4), voltando ao estado líquido. Os sais minerais não vaporizam, mas ficam dentro do vidro onde a água foi fervida (chamado balão de destilação).

Água mineral
A água do mar é salgada porque tem muito cloreto de sódio, que é o sal comum usado na cozinha. Justamente por ter tanto sal, não é potável. Se bebermos água do mar, o excesso de sal nos fará eliminar mais água na urina do que deveríamos, e começamos então a ficar desidratados.
 
Já a água doce, dos rios, lagos e fontes, tem menos sal que a água do mar e pode ser bebida - desde que esteja sem micróbios e produtos tóxicos ou que tenha sido tratada para eliminar essas impurezas.
A chamada água mineral é água que brota de fontes do subsolo. Ela costuma ter alguns sais minerais em quantidade um pouco maior que a água utilizada nas residências e, às vezes outros sais.
A água mineral é, em geral potável e pode ser bebida na fonte ou engarrafada - desde que a fonte esteja preservada da poluição e da contaminação ambiental e que o processo de engarrafamento seja feito com higiene.
  
O mar pode "morrer"?
Na Ásia, há o famoso mar Morto, que é um exemplo de que um mar pode "morrer". O mar "morre" e os lagos também quando o nível de salinidade, isto é, a concentração de sais da sua água, é tão alto que não permite que os peixes, a flora e outros seres vivam nele. Esse fenômeno ocorre por vários fatores, entre eles: pouca chuva aliada à evaporação intensa (clima quente e seco) e corte ou diminuição do regime de escoamento de rios.

Açude no Acre secando.


Fonte: www.sobiologia.com.br

Propriedades da Água - parte 2


Flutuar ou afundar?
Você já se perguntou por que alguns objetos afundam na água? Porque um prego afunda e um navio flutua na água? O que faz com que a água sustente alguns objetos, de forma que eles consigam flutuar nela?
Entender porque alguns objetos afundam na água enquanto outros flutuam é muito importante na construção de navios, submarinos etc. Se na água um prego afunda e um navio flutua, está claro que isso não tem nada a ver com o fato de o objeto ser leve ou pesado, já que um prego tem algumas gramas e um navio pesa toneladas.
Na água podemos erguer uma pessoa fazendo pouco esforço, enquanto fora da água não conseguiríamos nem movê-la do chão. Isso acontece porque a água empurra o corpo de uma pessoa para cima. A força que a água exerce nos corpos mergulhados de baixo para cima (como um "empurrão"), é denominadaempuxo.
A quantidade de água deslocada pelos corpos é um importante fator para a flutuação ou afundamento dos objetos. O prego, por ter pouco volume, desloca um mínimo de água quando mergulhado. Já o navio por ser muito volumoso, desloca uma grande quantidade de água. Então seu "peso" fica equilibrado pela força com que a água o "empurra", ou seja, pelo empuxo.

Quando o empuxo (E) é igual ao peso (P) o objeto flutua, porém quando o peso é maior que o empuxo o objeto afunda. O submarino quando quer afundar aumenta seu peso enchendo seus tanques de água do mar.

A água exerce pressão
Você já tentou segurar com o dedo o jato de água que sai de uma mangueira? O que aconteceu? A água impedida pelo dedo de fluir, exerce pressão e sai com mais força.
Todos os líquidos em geral exercem pressões. Uma maneira de demonstrar a pressão exercida por uma coluna de "líquido" é efetuar orifícios numa garrafa plástica de 2 litros (destas de refrigerante) e enchê-la de água.
  • A experiência ilustrada abaixo indica que a pressão exercida por um líquido aumenta com a profundidade, pois a vazão do primeiro furo é menor que a vazão dos outros dois. Pode-se verificar que quanto maior a profundidade ou altura de líquido, o filete de água atinge uma maior distância. Diz-se que a pressão é maior e depende da profundidade do orifício considerado.
 Pressão e mergulho
Quando uma pessoa mergulha, pode sentir dor na parte interna da orelha. Você sabe por que isso acontece? Novamente, a explicação está relacionada à pressão que a água exerce.
Quando mergulhamos, à medida que nos deslocamos para o fundo, aumenta a altura da coluna líquida acima de nós. Quanto maior a altura dessa coluna, maior será a pressão exercida pelo líquido sobre nós. Por essa razão, nas profundezas dos oceanos a pressão da água é grande e o homem não consegue chegar até lá sem equipamentos de proteção contra a pressão.

Fonte: www.sobiologia.com

Propriedades da água



A água é um solvente
No ambiente é muito difícil encontrar água pura, em razão da facilidade com que as outras substâncias se misturam a ela. Mesmo a água da chuva, por exemplo, ao cair, traz impurezas do ar nela dissolvidas.
Uma das importantes propriedades da água é a capacidade de dissolver outras substâncias. A água é considerada solvente universal, porque é muito abundante na Terra e é capaz de dissolver grande parte das substancias conhecidas.
Se percebermos na água cor, cheiro ou sabor, isso se deve a substâncias (líquidos, sólidos ou gases) nela presentes, dissolvidas ou não.
As substâncias que se dissolvem em outras (por exemplo: o sal) recebem a denominação de soluto. A substância que é capaz de dissolver outras, como a água, é chamada de solvente. A associação do soluto com o solvente é uma solução.
A propriedade que a água tem de atuar como solvente é fundamental para a vida. No sangue, por exemplo, várias substâncias - como sais minerais, vitaminas, açucares, entre outras - são transportadas dissolvidas na água.


Porcentagem de água em alguns órgãos do corpo humano.

Nas plantas, os sais minerais dissolvidos na água são levados das raízes às folhas, assim como o alimento da planta (açúcar) também é transportado dissolvido em água para todas as partes desse organismo.
No interior dos organismos vivos, ocorrem inúmeras reações químicas indispensáveis a vida, como as que acontecem na digestão. A maioria dessas reações químicas no organismo só acontece se as substâncias químicas estiverem dissolvidas em água.

A água como regulador térmico
A água tem a capacidade de absorver e conservar calor. Durante o dia, a água absorve parte do calor do Sol e o conserva até a noite. Quando o Sol está iluminando o outro lado do planeta, essa água já começa a devolver o calor absorvido ao ambiente.
Ela funciona, assim, como reguladora térmica. Por isso, em cidades próximas ao litoral, é pequena a diferença entre a temperatura durante o dia e à noite. Já em cidades distantes do litoral, essa diferença de temperatura é bem maior.
É essa propriedade da água que torna a sudorese (eliminação do suor) um mecanismo importante na manutenção da temperatura corporal de alguns animais.
Quando o dia está muito quente, suamos mais. Pela evaporação do suor eliminado, liberamos o calor excedente no corpo. Isso também ocorre quando corremos, dançamos ou praticamos outros exercícios físicos.
 FONTE:www.sobiologia.com.br

ESTADOS FÍSICOS DA ÁGUA

FOCO: NAS PARTÍCULAS DAS SUBSTÂNCIAS

Quando nos referimos à água, a ideia que nos vem de imediato à mente é a de um líquido fresco e incolor. Quando nos referimos ao ferro, imaginamos um sólido duro. Já o ar nos remete à ideia de matéria no estado gasoso.
Toda matéria que existe na natureza se apresenta em uma dessas formas - sólida, líquida ou gasosa. É o que chamamos de estados físicos da matéria.
No estado sólido, as moléculas de água estão bem "presas" umas às outras e se movem muito pouco: elas ficam "balançando", vibrando, mas sem se afastarem muito umas das outras. Não é fácil variar a forma e o volume de um objeto sólido, como a madeira de uma porta ou o plástico de que é feito uma caneta, por exemplo.
O estado líquido é intermediário entre o sólido e o gasoso. Nele, as moléculas estão mais soltas e se movimentam mais que no estado sólido. Os corpos no estado líquido não mantém uma forma definida, mas adotam a forma do recipiente que os contém, pois as moléculas deslizam umas sobre as outras. Na superfície plana e horizontal, a matéria, quando em estado líquido, também se mantém na forma plana e horizontal.
No estado gasoso a matéria está muito expandida e, muitas vezes, não podemos percebê-la visualmente. Os corpos no estado gasoso não possuem volume nem forma próprios e também adotam a forma do recipiente que os contém. No estado gasoso, as moléculas se movem mais livremente que no estado líquido, estão muito mais distantes umas das outras que no estado sólido ou líquido, e se movimentam em todas as direções. Frequentemente há colisões entre elas, que se chocam também com a parede do recipiente em que estão. É como se fossem abelhas presas em uma caixa, e voando em todas as direções.


Em resumo: no estado sólido as moléculas de água vibram em posições fixas. No estado líquido, as moléculas vibram mais do que no estado sólido, mas dependente da temperatura do líquido (quanto mais quente, maior a vibração, até se desprenderem, passando para o estado gasoso, em um fenômeno conhecido como ebulição). Consequentemente, no estado gasoso (vapor) as moléculas vibram fortemente e de forma desordenada.





A ÁGUA


A água no planeta
Cerca de 71% da superfície da Terra é coberta por água em estado líquido. Do total desse volume, 97,4% aproximadamente, está nos oceanos, em estado líquido.
A água dos oceanos é salgada: contém muito cloreto de sódio, além de outros sais minerais.
Mas a água em estado líquido também aparece nos rios, nos lagos e nas represas, infiltrada nos espaços do solo e das rochas, nas nuvens e nos seres vivos. Nesses casos ela apresenta uma concentração de sais geralmente inferior a água do mar. É chamada de água doce e corresponde a apenas cerca de 2,6% do total de água do planeta.
Cerca de 1,8% da água doce do planeta é encontrado em estado sólido, formando grandes massas de gelo nas regiões próximas dos pólos e no topo de montanhas muito elevadas. As águas subterrâneas correspondem á 0,96% da água doce, o restante está disponível em rios e lagos.

Oceanos e mares - 97%
Geleiras inacessíveis - 2%
Rios, lagos e fontes subterrâneas - 1%

A presença de água nos seres vivos
Um dos fatores que possibilitaram o surgimento e a manutenção da vida na Terra é a existência da água. Ela é um dos principais componentes da biosfera e cobre a maior parte da superfície do planeta.
Na Biosfera, existem diversos ecossistemas, ou seja, diversos ambientes na Terra que são habitados por seres vivos das mais variadas formas e tamanhos. Às vezes, nos esquecemos que todos esses seres vivos têm em comum a água presente na sua composição. Veja alguns exemplos.
     
Água-viva                                           Melância

A água-viva chega a ter 95% de água na composição do seu corpo. A melancia e o pepino chegam a ter 96% de água na sua composição.
Portanto a água não está presente apenas nas plantas; ela também faz parte do corpo de muitos animais.
É fácil comprovar que o nosso corpo, por exemplo, contém água. Bebemos água várias vezes ao dia, ingerimos muitos alimentos que contém água e expelimos do nosso corpo vários tipos de líquidos que possuem água, por exemplo, suor, urina, lágrimas, etc.
Fonte: wwwsobiologia.com.br

FILO EQUINODERMOS (invertebrados)


Equinodermo: Estrela do mar
Os equinodermos são animais exclusivamente marinhos, como a estrela-do-mar, o ouriço-do-mar e o pepino-do-mar.

São cerca de 5500 espécies, de tamanhos médios, nunca sendo muito grandes ou pequenos.

São características exclusivas dos equinodermos:
  • Sistema hidrovascular, constituído por vasos em cujo interior, circula água;
  • Formações existentes na superfície do corpo dotadas de mandíbulas e acionados por músculos;
  • Endoesqueleto calcário: o esqueleto interno, recoberto pela epiderme de origem mesodérmica e constituído por placas calcárias que, em algumas espécies, emitem espinhos.
   FONTE: www.coladaweb.com

REINO MONERA


 O Reino Monera inclui as células mais primitivas, nas quais não se observa núcleo organizado, nem organelas citoplasmáticas. O material genético não é envolvido pela carioteca. Não formam nucléolos, O citoplasma possui apenas os ribossomos, nos quais ocorre a síntese protéica. A clorofila existe em algumas espécies de bactérias. As cianofíceas (algas azuis) possuem, além da clorofila, a ficocianina, em lamelas fotossintetizantes, na parte periférica do citoplasma. 

Esses seres são chamados procariontes e englobam as bactérias, as cianobactérias (cianofíceas ou algas azuis), os PPLO (Pleuro Pneumonia Like Organism) ou micoplasmas e as riquétsias.
Cianobactérias do reino monera
                  Cianobactérias (cianofíceas) vistas ao microscópio óptico.

Bactérias do reino monera
                              Bactérias esféricas são chamadas cocos.

Bacilos do reino monera
                          Bactérias em formato de bastonete são os bacilos.

Espirilos do reino monera
                            Bactérias espiraladas são os espirilos.

*Bactérias


Características Gerais:

Procariontes

Ausência de carioteca, mitocôndrias, cloroplastos, retículo endoplasmático e complexo de Golgi.
Unicelulares, isolados ou coloniais
Vida livre ou parasitaria.


*Habitat: ar, água, solo, sobre ou dentro de hospedeiros.
*Mobilidade: móveis(por meio de flagelo) ou imóveis.


• Autótrofa 

• Heterótrofa 


*Respiração:
• Aeróbica

• Anaeróbica
• Facultativa

*Bactérias quanto a forma

• compridas – bacilo
• arredondadas – cocos

   estreptococos
   diplococos
   estafilococos



• vibriões
• espiroquetas 

*Reprodução:

• assexuada – cissiparidade
• sexuada – conjugação transdução


*Algas Azuis

Características Gerais:


Procariontes
Unicelulares ou coloniais
Ausência, flagelos, ciliose, pseudópodos
Parede celular – cápsula gelatinosa
Reserva alimentar – amido
Pigmento clorofila a, caroteno(alaranjado), xantofila (amarelada), ficocianina (azul), ficoeritrina (vermelho).
Podem estar associados a fungos formando os Liquens. 



*Mobilidade: móveis (por deslizamento) ou imóveis.
*Habitat: água doce, mar, solo úmido.
*Nutrição: Autótrofa fotossíntese.
*Reprodução: assexuada por bipartição, esporos e hormogonias.

Autoria: Vanessa Sant'Ana

FONTE:www.colanaweb.com

REINO PROTISTA


   O Reino Protista é composto por protozoários, algas e alguns seres semelhantes aos fungos que estão divididos em três grupos, sendo o mais comum o dos mixomicetos.

*Características Gerais:
Em sua maioria são unicelulares, porém existem formas pluricelulares de organização simples.
Eucariontes.
Primeiro grupo em que se verifica a ocorrência de mitocôndrias, cloroplastos, retículo endoplasmático e complexo de Golgi bem desenvolvidos.
Apresentam citoesqueleto e em geral têm um único núcleo.
Predominantemente aquáticos.
Apresentam um mecanismo por meio do qual conseguem estabelecer o controle osmótico de sua célula.
Apresentam vacúolo pulsátil.
Vida livre ou parasitária.



• Autótrofos: são as algas. Apresentam diversos pigmentos (clorofilas, carotenos e xantofilas), organizados em organelas denominadas plastos. Os pigmentos permitem a realização da fotossíntese.

• Heterótrofos: são os protozoários e os mixomicetos. A entrada do alimento na célula pode ocorrer por fagocitose, ingestão ou absorção direta.


*Locomoção: flagelo, cílios, amebóide e deslizamento. 

*Reprodução: 


-Assexuada - divisão binária ou cissiparidade;

-brotamento ou gemulação;
-esquizogonia: é uma fissão múltipla; o núcleo se divide múltiplas vezes antes da célula se dividir. Após a formação de vários núcleos, uma pequena porção do citoplasma se concentra ao redor de cada núcleo e então, uma única célula se separa em células-filhas
-Sexuada - existem dois tipos de reprodução sexuada:
· conjugação: união temporária de dois indivíduos, com troca mútua de materiais nucleares 
· singamia ou fecundação: união de microgameta e macrogameta formando o ovo ou zigoto, o qual pode dividir-se para fornecer um certo número de esporozoítos. O processo de formação de gametes recebe o nome de gametogonia e o processo de formação dos esporozoítos recebe o nome de esporogonia (TORTORA, 2000).

FONTE: www.coladaweb.com

TECIDOS CONJUNTIVOS


     Tecido que forma o arcabouço que sustenta as partes moles do corpo, o tecido conjuntivo apoia e liga os outros tipos de tecido. Caracterizam-se pela grande quantidade de material intracelular e pelo distanciamento das suas células e fibras.
      O tecido conjuntivo faz parte dos tecidos de sustentação que possuem a função importante na difusão e fluxo de metabolismo.

     O tecido conjuntivo têm como principal função o preenchimento de espaços e ligação de outros tecidos e órgãos.  


Tecido conjuntivo denso

É rico em fibras colágenas que orientadas na mesma direção fazem com que esse tecido seja pouco flexível, muito resistente ao estiramento, formam tendões e aponevroses que unem os músculos aos ossos.


Tecido conjuntivo adiposo

É constituído principalmente por células adiposas. São acúmulos de tecido adiposo localizado sob a pele ou nas membranas que revestem os órgãos internos por exemplo no tecido subcutâneo do abdome e das nádegas, ele funciona como reservatório de gordura, amortecedor de choques e contribuiu para o equilíbrio térmico dos organismos. As células (adipócitos) são encontradas no tecido conjuntivo frouxo e ao longo dos vasos.


Tecido conjuntivo hemapoiético ou sanguíneo

Tem este nome hemapoiético (hematos, sangue; poiese, formação), sua função é produção de células do sangue. Localizado principalmente na medula dos ossos, recebendo nome de tecido mielóide (mielos, medula). Nesse tecido encontram-se células sangüíneas sendo produzidas, em diversos estágios de maturação. Há duas variedades desse tecido: o linfóide, encontrado no baço, timo e gânglios linfáticos, e o mielóide, que forma a medula óssea. tecido linfóide produz alguns tipos de leucócito, produz hemácias (ou glóbulos brancos) e o tecido mielóide, além de vários tipos de leucócito, produz hemácias (ou glóbulos vermelhos) e plaquetas. sangue é um tipo especial de tecido que se movimenta por todo o corpo, servindo como meio de transporte de materiais entre as células. É formado por uma parte líquida, o plasma, e por diversos tipos de célula. O plasma contém inúmeras substâncias dissolvidas: aproximadamente 90% de água e 10% sais (Na, Cl, Ca, etc.), glicose, aminoácidos, colesterol, uréia, hormônios, anticorpos etc.
As hemácias apresentam, dissolvido no seu citoplasma, importante para o transporte do oxigênio. As hemácias dos mamíferos têm a forma disco bicôncavo e não apresentam núcleo nem organelas, e os demais vertebrados têm hemácias esféricas ou elipsóides, nucleadas e com organelas, e sua forma facilita a penetração e saída de oxigênio, o que é importante para a função dessas células, que é transportar oxigênio.
Os leucócitos são células incolores nucleadas e com os demais organóides celulares, tendo quase o dobro do tamanho das hemácias. Encarregados da despesa do organismo, eles produzem anticorpos e fagocitam microorganismos invasores e partículas estranhas. Apresentam a capacidade de passar pelas paredes dos vasos sangüíneos para o tecido conjuntivo, sem rompê-los, fenômeno este denominado diapedese. Distribuem-se em dois grupos: granulócitos e agranulócitos, conforme tenham ou não, granulações específicas no citoplasma.

Os leucócitos granulócitos são:

· Neutrófilos: coram-se por corantes neutros. O núcleo é polimórfico e apresentam-se dividido em segmentos unidos entre si por delicados filamentos. São os leucócitos mais abundantes do sangue circulante (65%); realizam diapedese, indo fazer a defesa através da fagocitose.
· Eosinófilos: apresentam geralmente dois segmentos ligados ou não por um filamento delicado e material nuclear. Também realizam diapedese e fagocitose.
· Basófilos: apresentam núcleos parcialmente dividido em dois segmentos; encerram metade da histamia existe no sangue circulante e possuem também heparina. Estão relacionados com reações alérgicas.

Os leucócitos agranulados são:

· Linfócitos: apresentam núcleo arredondado e citoplasma escasso. Os linfócitos B passam para o Tecido conjuntivo e se transformam em plasmócitos que produzem anticorpos. Os linfócitos T produzidos no timo, também estão relacionados com a defesa imunitário.
· Monócitos: são as maiores células do sangue circulante normal; o citoplasma é abundante, o núcleo é arredondado, oval ou uniforme. Em células mais velhas o núcleo pode apresentar a forma de ferradura. Os monócitos têm capacidade de emitir e retrair pseudópodos; são portanto, móveis e tendem a abandonar a corrente sangüínea e ingressar nos tecidos onde fagocitam e são denominados macrófagos. Representam 6% dos leucócitos.
As plaquetas (ou trombócitos), são pequenos corpúsculos que resultam da fragmentação de células especiais produzidas pela medula óssea. Elas detêm as hemorragias, pois desencadeiam o processo de coagulação do sangue que é o fenômeno da maior importância para os animais vertebrado: quando há um ferimento, externo ou interno, forma-se um coágulo, que age como um tampão para deter a hemorragia. Apesar de aparentemente simples, sabe-se atualmente que a coagulação é controlada por inúmeros fatores, incluindo-se aí fatores genéticos.


Tecido conjuntivo cartilaginoso

Tem consistência bem mais rígida que os tecidos conjuntivos. Ele forma as cartilagens dos esqueléticos dos vertebrados, como, por exemplo, as orelhas a extremidade do nariz, a laringe, a traquéia, os brônquios e as extremidades ósseas.
As células são os condócitos, que ficam mergulhados numa matriz densa e não se comunicam. A matriz pode apresentar fibras colágenas e elásticas, em diferentes proporções, que lhe conferem maior rigidez ou maior elasticidade. 


Tecido conjuntivo ósseo

O tecido óseeo é o tecido conjuntivo de sustentação que apresenta maior rigidez, ele forma os ossos dos esqueletos dos vertebrados. É constituído pelas células ósseas, os osteócitos e por uma matriz compacta e resistente. 

Tecido Nervoso

Este tecido forma os órgãos dos sistemas nervosos central, periférico e autônomo. Ele tem por função coordenar as atividades de diversos órgãos, receber informações do meio externo e responder aos estímulos recebidos. O tecido nervoso é constituído por células nervosas ou neurônios e células de apoio ou células da glia O tecido nervoso tem como função de captar estímulos ambientais ou do próprio corpo, conduzir impulsos nervosos e interpretá-los, na coordenação das funções dos órgãos.

Os neurônios tem uma forma especial de reação, que consiste no impulso nervoso, produzido sempre na mesma direção: dos dentritos são prolongados e partem do corpo celular, recolhem impulsos nervosos e deste para o axônio. Os neurônios relacionam-se uns com os outros pelas extremidades de suas ramificações, que não se tocam mas ficam bem próximas. Essas áreas de conexão são denominadas sinapses. É através das sinapses que o impulso passa do axônio de uma célula para os dentritos de outra. Feixes de axônios revestidos por tecido conjuntivo formam os nervos. Conforme os axônios apresentam ou não a bainha de mielina, os nervos são classificados em mielínicos ( nervos brancos) e a amielínicos (nervos cinzentos).
Encaixadas entre os neurônios, com função de apoio e preenchimento, encontram-se células especiais que constituem a neuróglia.


Neurônios

Neurônios ou células nervosas, têm a propriedade de receber e transmitir estímulos, permitindo ao organismo responder a alterações do meio. São células grandes que apresentam um corpo celular ou pericário, de onde partem dois tipos de prolongamentos: os axônios e os dendritos.
- Dendritos: são prolongamentos citoplasmáticos que podem ou não ser pequenos, apresentando grande numero de ramificações. São estruturas especializadas na função de receber estímulos.
- Axônio: é uma única expansão citoplasmática, longa e de diâmetro constante, cuja  porção final apresenta ramificações. Estrutura especializada na transmissão do impulso nervoso.

Fibras nervosas

Todos os axônios das células nervosas apresentam-se envoltos por bainha, sendo a conjunto axônio e bainha, sendo o conjunto axônio e bainha envoltória denominada fibra nervosa.

Transmissão do impulso nervoso

O impulso nervoso é causado por um estimulo do neurônio, provocando modificações elétricas é químicas que são transmitidas ao longo dos neurônios sempre no sentido dendrito-axônio. A membrana  do axônio em repouso apresenta carga elétrica positiva do lado interno. Os neurônios conectam-se entre si e aos órgãos através de um tipo especial de junção, denominada sinapse. O impulso nervoso proporciona, na região das sinapses, liberação de vesículas contendo mediadores químicos, que podem ser acetilcolina ou adrenalina.
Esses mediadores químicos caem na fenda sináptica, excitando a membrana do dentrito e dando origem à atividade elétrica ou outro neurônio.
Os mediadores químicos que caem na fenda sináptica são degradados, logo em seguida, por ensinas especificas. 

Transmissão de impulsos nervosos:

Sentido do impulso nervoso entre neurônios: dendrito ⇒ axônio

Sinapse: região de encontro entre neurônios e entre neurônios e órgãos, onde ocorre a transmissão química de impulsos elétricos.

Mediadores químicos na sinapse: acetilcolina ou adrenalina.
Por: Sidney Magalhães
FONTE:www.coladaweb.com

CLASSIFICAÇÃO DOS TECIDOS


   A histologia é o ramo da biologia que se dedica ao estudo dos tecidos animais e vegetais.
   Tecido: grupo de células semelhantes que trabalham em conjunto para realizar uma função específica.


TECIDO EPITELIAL

Há dois tipos básicos de tecidos epiteliais, o tecido epitelial de revestimento (epitélio), que cobre as superfícies externas e internas do corpo, e o tecido epitelial glandular ou de secreção, originado do próprio epitélio, e que vai formar as glândulas.

Funções

  • Proteção contra a abrasão e agressão.
  • Absorção de substâncias como fazem, por exemplo, as células intestinais.
  • Secreção de muco, hormônios e outras substâncias.
  • Sensorial, detectar as sensações através de terminações e corpúsculos do tecido nervoso.

Tecido epitelial de revestimento

O tecido epitelial caracteriza-se por apresentar pequena quantidade de matriz ou substância extracelular, apresentando suas células justapostas, ou seja, bem próximas umas das outras, geralmente ligadas por grande número de desmossomos, que são estruturas proteicas e têm por função aumentar a união entre duas células vizinhas.
A nutrição do tecido epitelial é feita por difusão a partir do tecido conjuntivo adjacente pela chamada membrana basal, que se localiza logo abaixo do epitélio, já que este é um tecido avascularizado, ou seja, sem vasos sanguíneos entre suas células. Os epitélios são classificados de acordo com o número de camadas celulares e pela forma de suas células. 
Tecido epitelial do intestino
Tecido epitelial de revestimento simples da mucosa intestinal

Tecido epitelial simples ou uniestratificado

O tecido epitelial simples é formado por uma única camada de células que ficam repousando sobre a membrana basal. Ele é encontrado, por exemplo, no endotélio (revestimento interno dos vasos sanguíneos), sendo este formado por células achatadas também chamadas de pavimentosas. Também ocorre na maior parte do revestimento interno do tubo digestório, sendo formadas por células alongadas ou cilíndricas, podendo apresentar microvilosidades na sua superfície.

Tecido epitelial estratificado ou pluriestratificado

O tecido epitelial estratificado, ao contrário do simples, é formado por várias camadas de células sobre a membrana basal, sendo encontrado, por exemplo, na epiderme (camada superior da pele) no revestimento do esôfago e na uretra. Esse epitélio pode apresentar as últimas camadas de células mortas pela deposição de queratina, uma proteína que funciona como impermeabilizante e também dá maior resistência ao tecido.
Tecido epitelial estratificado
Tecido epitelial estratificado com deposição de queratina na parte superior da epiderme humana. Em azul a membrana basal.

Tecido epitelial pseudo-estratificado

O epitélio pseudo-estratificado é constituído por uma única camada de células (simples), com alturas diferentes e por isso com núcleos em vários níveis, dando a falsa impressão de se tratar de mais de uma camada de células. Na verdade, uma análise mais detalhada mostra que todas as células estão em contato com a membrana basal. Esse epitélio pode ser observado no revestimento do sistema respiratório (fossas nasais, brônquios, traqueia) e nos órgãos reprodutores.
Tecido epitelial pseudo-estratificado
Figura esquemática do epitélio pseudo-estratificado, mostrando que todas as células encontram-se ligadas à membrana basal.
FONTE: www.coladaweb.com